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Comunicação das CEBs e os desafios de manter a identidade profético libertadora

O grande desafio, eu até diria, o maior desafio de uma geração de homens e mulheres, sobretudo quando falamos de comunidades de resistência, de educação libertadora e de conscientização política, é preparar a próxima geração para dar continuidade ao seu projeto. Este desafio se agiganta quando estamos falando de um povo, de uma nação e de uma sociedade, que não têm uma cultura democrática, como é o caso do Brasil. E ampliando os horizontes, também vale para a América Latina. Que não sabe o que é ter direitos, ser reconhecido como sujeito de direitos, de seu próprio destino, como protagonista de sua história e respeitado na sua gentidade. Estas são condições básicas para, primeiro exigir os próprios direitos e depois para o reconhecimento do direito do outro e da outra. Tudo isto está simbioticamente relacionado ao tema central, não apenas do ser humano, mas da vida como um todo. E, seguindo esta linha, que é por onde se move o Trem das CEBs, envolve paciência impaciente, esperançar a esperança e dá fé.

A vida nesta perspectiva é comunicação, movimento e ousadia. É a comunicação que movimenta a vida, que por sua vez, é a expressão máxima de um Deus comunicador (Hebreus 1,1-4). Quando a “comunicação” não faz florescer a vida, é porque deixou de ser comunicação e se tornou instrumento de poder e de dominação. Não é de Deus. Esta é uma realidade facilmente vista em nossa sociedade. Por vezes na própria Igreja. É a ousadia que faz a vida valer a pena e que marca a identidade profético-libertadora das CEBs. É desta ousadia que jorra o combustível que as alimenta, a esperança, que por sua vez, é também a energia da vida. Vejamos o que diz Erich Fromm, “Quando a esperança desaparece, a vida termina, na realidade ou potencialmente. A esperança é um elemento intrínseco da estrutura da vida, da dinâmica do espírito do homem. Ela está intimamente ligada a outro elemento da estrutura da vida: a fé” (FROMM, s/d, p 27).

A comunicação das CEBs seja através dos cantos, nas poesias e dos textos publicados, nos confirmam isto. Dado que as CEBs não fazem concessão e não se submetem aos caprichos e nem temem a perseguição da grande mídia. É por isso, que devemos nos perguntar: como anda a nossa comunicação? Temos registrado os nossos passos, e as ações? Com quem vimos conversando? A comunicação das CEBs é, sobretudo com e a partir da Palavra de Deus. Deus é Palavra e a Palavra é Deus, para o seu povo. É a Palavra de Deus quem nos comunica para o mundo e nos ensina a pronunciá-lo. Como anda o estudo da Palavra nas CEBs? O que anunciamos?

Além de uma Teologia Libertadora, encarnada na vida e na realidade do povo, que dá sentido à essa vida, as CEBs têm como sua identidade a linguagem popular, a simplicidade nas palavras e a profundidade no alcance. A verdadeira comunicação se dá entre ideias e pensamentos e chega à alma de quem se comunica. Como escolas de humanidades as CEBs não fazem comunicados, antes se comunicam com o outro ou a outra.  Quando isto acontece, temos o diálogo, porque feito entre seres e pensamentos diferentes e que crescem. Ambos saem ainda mais diferentes e melhores a cada vez que conversam. Comunicação é sim, uma expressão de fé. De fé no outro ser com quem nos comunicamos, de fé no Deus ou nos Deuses e nas Deusas que nos guiam. Se não posso dialogar, ou me comunicar com alguém me sentindo maior ou mais importante do que este alguém, tampouco posso fazê-lo negando o Deus deste alguém ou impondo-lhe a supremacia do meu Deus sobre o Deus deste alguém. A fé é, por fim, na comunicação, um instrumento de libertação dos seres que se comunicam. Sobre fé, vejamos nas palavras de Erich Fromm, “A fé não é uma forma fraca de crença ou conhecimento; não é a fé nisto ou naquilo; a fé é a convicção sobre o que ainda não foi provado, o conhecimento da possibilidade real, a consciência da gravidez” (IBIDEM). É esta a fé que, vivida e testemunhada nas CEBs, deve ser testemunhada e anunciada na sua comunicação.

A comunicação das CEBs, com toda a Igreja em primeiro lugar, é fundamental.  “A Igreja, é a família de Deus No mundo” (DCE, nº 25b), como a define o Papa Bento XVI. Por isso, ela será sempre maior do que qualquer uma de suas partes. Essa família é grande, é bonita e é cheia de diversidades. Estas diversidades são a nossa maior riqueza, não podem ser tratadas com desigualdade. Todos têm lugar nesta rede (Lucas 5,1-11). As CEBs precisam e têm o dever de ser Igreja elaborando e vivenciando uma teologia leiga e que fortaleça a Igreja como Comunidade de Comunidades. Uma teologia leiga que ajude a Igreja a se libertar de alguns vícios seculares e das dependências que ela adquiriu e que tenta se livrar, mas não consegue sozinha. Tais como: o clericalismo como metodologia e doutrina, como uma forma de dominação que infantiliza as pessoas para instrumentalizá-las, as tornando seres dependentes e excessivamente obedientes. Se a paróquia é limitada ao alcance da boa vontade, da inteligência e mesmo da boa fé do padre, a esperança adoece, a Igreja regride, definha, perde o sentido pastoral e a profecia morre.  

Mais do que fazer comunicados, o que significa comunicar algo para alguém, as CEBs devem comunicar-se com o mundo, a partir do seu jeito de ser Igreja. Ajudar toda a Igreja a descobrir que não se trata apenas de fazer o que o padre mandou, ou porque ele mandou. É seu papel, é sua missão, enfrentar esta doença do clericalismo, em que, “O pároco clericaliza, o leigo lhe pede, por favor, que o clericalize, porque, no fundo, lhe resulta mais cômodo” (CNBB, DOC. 100, nº 213). Enquanto permanecer esta situação, não teremos comunicação, porque nos limitaremos receber e transmitir os comunicados do padre. Isto tem levado as CEBs a uma paroquialização perigosa, levando-nos de volta para Trento (IBIDEM, nº 121), porque as deixam burocratizadas, repetidoras, tarefeiras e muitas vezes acomodadas dentro das estruturas de poder. E nesta situação não sobra espaço para o serviço. As CEBs são convocadas para fazer das casas, Igrejas Domésticas, como o Apóstolo Paulo fazia mesmo que também na assembleia (1Corintios 11,18), mas inclusive fazendo das casas o lugar da celebração litúrgica ( Romanos 16,5), da partilha da vida na sua totalidade. Esta é uma forma de comunicação que desenvolve laços de pertencimento e de fraternidade. Fortalece os vínculos com a Palavra. Como nos diz o Padre Zezinho, “Minha casa é a casa do Senhor”. Poderemos tranquilamente, no exercício da liberdade de filhos e filhas de Deus, dizer: a casa do Senhor é a minha casa.

O compromisso das CEBs é viver a solidariedade com os irmãos perseguidos e saber discernir entre a realidade concreta e a versão apresentada pela mídia. Nosso lugar é do lado dos irmãos e das irmãs perseguidos/as e não do lado de seus perseguidores. A comunicação das CEBs deve estar a serviço da verdade e da justiça e não de qualquer ideologia que distorce os fatos. Nós vivemos um momento cheio de armadilhas em que pouco do que se diz na mídia é comunicação. Desta forma, atendendo a interesses ante-evangélicos, anticristãos e indefensáveis, portanto, porque contrários à verdade e a justiça, envenenam-se consciências que repetem maldades e injustiças, diabolizando inocentes. Desta mesma forma maquiam fatos para “endeusar” demônios que promovem a morte do povo pobre e desinformado. A consequência é vermos multidões condenando seus defensores e aplaudindo seus algozes. Por mais que isto nos pareça difícil, é missão das CEBs em sua comunicação, contribuir para que a luz chegue até estes fatos. Paulo Freire nos testemunha algo da ditadura militar, muito parecido com o que vemos hoje em parte do judiciário brasileiro, “Na maior parte dos interrogatórios a que fui submetido, o que se queria provar, além de minha ignorância absoluta (como se houvesse uma ignorância ou sabedoria absolutas; esta não existe senão em Deus), o que queriam provar, repito, era o perigo que eu representava” (FREIRE, 2006, p 18). É missão das CEBs se perguntar: que perigo é este? Perigo pra quem? Quem é hoje um perigo para um Congresso Nacional predominantemente corrupto, para um governo ilegítimo e desonesto e para um judiciário acovardado cúmplice com a corrupção?

 A comunicação das CEBs, que é o propósito deste texto, mas é também, a meu ver, um tema urgente hoje, deve ser uma prioridade. Comunicar-se é uma necessidade. Todos se comunicam. Consciente ou inconscientemente. A questão é a qualidade desta comunicação, as suas formas e a sua intencionalidade. A palavra é uma forma de comunicação, mas além de não ser a única não é, sequer, a melhor. Muito embora saibamos que, “A palavra é o vínculo normal da fé: a fé vem pelo ouvido” (Romanos 10,17 apud PADIN, 1999, p 117). Acontece que a palavra pode ser expressa através de imagens, de sons, de gestos, de ritmos e cores. É a arte e a poesia a serviço da comunicação. É assim que a comunicação das CEBs se dá, através de camisetas, banners, canecas, chapéus, hábitos e atitudes. Há que se considerarem os eventos e acontecimentos, sobretudo como momentos pedagógicos de formação e comunicação, como os seminários, encontros e de forma especial os intereclesiais. A comunicação das CEBs deve fazer memória histórica, trazendo as experiências do passado, para orientar o presente e iluminar o futuro. Desta forma, sobretudo na situação de calamidade política, ética e moral em que vive o Brasil, precisamos testemunhar para as novas gerações nossas experiências. É o que faz com sabedoria Dom Cândido Padin, “No Brasil tivemos de suportar essa noite obscurantista por mais de vinte anos, a partir do golpe militar de março de 64. Impuseram ao país um regime de força que constituía a total negação do estado de direito” (IBIDEM, p 122). O que faz hoje a comunicação das CEBs deste testemunho? Esta noite obscurantista, fez inúmeros mártires nas CEBs.

Sem uma memória histórica que nos faça aprendizes da história e uns mestres dos outros, chegaremos ao que nos diz o poeta Cazuza “Eu vejo o futuro repetir o passado” e sem o testemunho corajoso e profético das gerações mais velhas para com as mais novas, não teremos memória histórica e seremos sempre enganados e traídos pelas elites opressoras. Neste momento em que o nosso povo começa a pagar a preço de sangue, por um golpe sórdido dado pelo congresso nacional legalmente corrupto, porque legisla pra si próprio, numa de suas mais completas maiorias; por um judiciário medíocre, ganancioso e sem escrúpulos, estrelado por justiceiros; por uma suprema corte quando não acovardada, cúmplice das mais inimagináveis manobras jurídicas e manipulações políticas; e de uma mídia demoníaca e chantagista. E para completar o quadro cinzento, uma sociedade perplexa, adormecida e resignada. Dizem que a história não se repete, mas ela repete muito do seu receituário, apenas invertendo a proporção da dose dos ingredientes, ou acrescentado alguns novos. O saudoso jornalista e militante italiano, Vito Giannotti, sabia como fazer memória histórica e testemunhar para seus continuadores,

Em 1964, a burguesia, associada ao capital internacional, deu um golpe de estado e implantou uma ditadura militar a serviço do capital brasileiro e internacional. Era preciso garantir a expansão capitalista e manter o equilíbrio dos blocos mundiais que se enfrentavam na chamada guerra fria. Para isso era necessário da um golpe e silenciar as forças populares. Era preciso acabar com o projeto nacional-desenvolvimentista que exigia reformas democratizantes de caráter popular, dentro do clima geral do populismo reinante (GIANNOTTI, 2004, p 82/83).

Os quarenta ano de caminhada no deserto do povo de Deus, guiados primeiro  por Moisés,  depois por Josué, significam uma geração que se formava, conhecendo o projeto de Deus, de justiça, de liberdade e de vida em abundância, numa terra que tem leite e mel. Nossa caminhada rumo à nossa Terra Prometida foi interrompida com um golpe covarde das elites corruptas, mas com grande apoio da sociedade que não tem memória histórica. As elites políticas e corruptas por índole própria, judiciárias, midiáticas e econômicas, e desumanizadas, manipularam mais uma vez, a sociedade. Cassaram uma presidenta honesta, moralmente íntegra e acusando-a de corrupta. É surreal, para dizer o mínimo. Ainda fizeram a mais violenta e injusta perseguição da história de nosso país, a um único partido político. Atribuindo-lhe todas as lepras e deformações morais que são e sempre foram predominantemente destas elites. Comemoram por diversas vezes na tela no palco da TV oficial, o fim deste partido e desta geração que ousou ser gente. Qual é o lugar para estes assuntos na Comunicação das CEBs? A síndrome da dependência nos atacou novamente. Alienado, o povo engole e propaga os mitos da elite. Ao Estado, dadas às aberrações feitas pelos reacionários dos quatro poderes (executivo legislativo, judiciário e Partido da Mídia Golpista – PIG), que representam a cultura da morte, com seu ódio de classe, antipobre, antidemocráticas e a índole corrupta que idealizou e deu o golpe, resta apenas uma função: reprimir. Mas isto ele faz muito bem, sobretudo nas mãos de ditadores. Temos mais uma vez, a condição de colônia. Em que, “Suas elites no poder, silenciosa frente à metrópole, fazem calar, por sua vez, o povo” (FREIRE, 2006, p 76).  Até quando?

Para a comunicação das CEBs resta a missão de teimar. Continuar dizendo ou voltar a dizer que nosso Deus não é indiferente aos clamores de seu povo. Tampouco concorda com a malvadeza dos seus opressores (Êxodo 3,7). Continua vendo e ouvindo seus gritos e lamentos. E, assim como caminhava com o povo do êxodo, e foi reconhecido por ele, caminha também conosco hoje e precisa ser novamente reconhecido. É missão da comunicação das CEBs, denunciar os traidores do povo, mesmo àqueles que, tal qual lobos em pele de cordeiro, se aproximavam da Igreja e até das CEBs. Mas traíram os trabalhadores. Sem uma memória histórica é até possível que lhes façam homenagens invés de denunciá-los. Nós não podemos fazer rever reverência a quem nos oprime. Este é um momento de muitas perguntas e poucas respostas e estas nem sempre ajudam muito. É hora perguntar, por quê? Já dizia o mestre Paulo Freire que, “Nenhuma “ordem” opressora suportaria que os oprimidos todos passassem a dizer: por quê?” (FREIRE, 2006b, p 87). A Igreja precisa muito desta identidade libertadora das CEBs, para levar adiante o seu projeto profético e ousado de uma Igreja em saída. Mas a sociedade, sobretudo os pobres, mas de forma especial o planeta precisa de nosso agir ousado e profético.

O martírio tem sido uma constante nas Comunidades

Por fim, porém, não menos importante, a comunicação das CEBs precisa conhecer e reconhecer e tornar conhecidos os seus mártires, mulheres e homens abatidos na caminhada. Ato contínuo é preciso registrar as causas e os causadores destes martírios. Apenas para exemplificar. O Bispo de El Salvador, Dom Oscar Romero, assassinado por um atirador de elite do governo ditador salvadorenho; o militante da CPT, morto numa emboscada em Imperatriz do Maranhão, o Padre Josimo; o indígena morto em Pesqueira, Pernambuco, por defender a vida e a dignidade de seu povo, Francisco de Assis Araújo o Chicão Xucuru; a militante da luta pela terra, líder do sindicato dos trabalhadores rurais de Alagoa Grande na Paraíba, Margarida Maria Alves; o jovem estudante de filosofia e frei dominicano, Tito de Alencar Lima; a religiosa missionária Agostiniana recoleta, defensora da causa indígena, assassinada na prelazia de Lábrea no Amazonas, Irmã Cleusa Carolina Rody Coelho; a mãe de três filhos e morta grávida, em Sarandi no Rio Grande Sul, Roseli Celeste Nunes da Silva; a lutadora da terra, da Pastoral da Juventude e das CEBs, morta na varanda de sua casa, em Mundo Novo, Mato Grosso do Sul, Dorcelina Folador; a religiosa norte-americana assassinada no Brasil, Ir. Doroty Stang; e o militante da Pastoral Operário covardemente assassinado em São Paulo durante uma greve dos metalúrgicos, Santos Dias.

 Eles são apenas os sinais, os exemplos de dezenas e centenas, milhares de outros homens e mulheres assassinadas pelos regimes autoritários, pelas forças opressoras que não suportam ver a terra partilhada entre todos e todas, nem que os operários tenham os seus direitos assegurados, que a mulher seja reconhecida na sua dignidade humana plena, e que todos os povos têm o direito de viver a sua cultura, a sua fé, os seus valores e de criar as futuras gerações a partir de seu modo de viver e da sua fé. A memória histórica da luta e da caminhada do povo de Deus e do Deus que caminha com seu povo, é celebrada todos os anos pelas CEBs na Celebração dos Mártires. Este ano de 2017 celebramos aqui na Arquidiocese de Curitiba, no dia 31 de Março, às 19h30, na Paróquia Santa Terezinha de Lisieux, município de Colombo. Os/as mártires acima citados foram lembrados e representam todos e todas que são perseguidos, presos, torturados e foram mortos defendendo a vida.

Oração de um Poeta

Jesus, filho de Maria, Deus de Deus e Luz da Luz, aqui está aquele João que Tu o conheces. Que te procura, que te encontra e que às vezes não te reconhece, e que às vezes até foge de ti. Mas sempre volta a te procurar porque sabe que não pode viver longe da tua luz, do teu amor misericordioso. Porque reconhece em tua presença a expressão máxima da revelação do amor de Deus. Ajuda-me a ver a tua presença e a tua fidelidade no martírio daqueles e daquelas que como Tu também dão as suas vidas pela justiça, pelo o projeto do Pai que estar no céu e no meio de nós. Ajuda-me a ouvir o clamor dos irmãos e das irmãs perseguidos/as por causa da tua Palavra, assim como dos/as que são excluídos pelos sistemas políticos e econômicos sem coração e desalmados, das promessas de vida em abundância do teu Evangelho da vida. Tem misericórdia de mim, Senhor, que sou pecador.

Referências Bibliográficas:

– BÍBLIA Sagrada Nova Pastoral. São Paulo: Paulus, 2014.

– FREIRE, Paulo. Conscientização – Teoria e Prática da Libertação – Uma Introdução ao Pensamento de Paulo Freire. São Paulo: Centauro, 3ª edição, 2006.

– FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 44ª edição, 2006b.

– FROMM, Erich. A revolução da esperança – por uma tecnologia humanizada. São Paulo: Círculo do Livro, edição integral, s/d.

GIANNOTTI, Vito. Muralhas da Linguagem. Rio de Janeiro-RJ: Mauad editora, 2004.

– PADIN, D. Cândido, OSB. A Conferência de Medellín – Renovação Eclesial – Apresentação do Cardeal Dom Aloísio Lorscheider. Coleção Instituto Maritain do Brasil. São Paulo: editora LTR, 1999.

– PAPA Bento XVI. Carta Encíclica DEUS CARITA EST – Aos Bispos, Presbíteros e Diáconos, às pessoas consagradas e a todos os fiéis leigos – Sobre o amor cristão. São Paulo: Paulinas, 2006.

Curitiba, 31 de Março de 2017.

João Ferreira Santiago.

Teólogo, Poeta e Militante.

É assessor das CEBs e do CEBI no Paraná.

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